domingo, 12 de junho de 2011

E quem um dia irá dizer que não existe razão...

http://www.youtube.com/watch?v=Vjo48-_WY64


Feliz dia dos namorados.


(A minha versão do blog não permite que eu abra o videozinho aqui e fique bonitinho... )

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Bla bla blá

> Incrível é como algumas pessoas tem o dom de me fazer pensar o quão ridícula sou, usando algumas palavras apenas. E como é incrível a forma que estas pessoas transformam o que eu sinto em coisas patéticas.
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> Pois então a ridícula vai ali, ridiculamente fazer coisas patéticas que te tornem um passado bem distante.
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> E quando tu te der conta, a ridícula vai estar pateticamente feliz com outra pessoa ridícula que queira ser patética com ela, de uma forma super ridícula, de dar inveja em qualquer ser, por mais patético que possa parecer toda essa ladainha.
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(Ridículo é tu. E só tu que ainda não percebeu, seu patético.)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ciranda

A ciranda girou, girou. Girou o mais rápido que pode, e não saímos do mesmo lugar.
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Mas nós não somos mais os mesmos.
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Nós sequer somos.
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Somos dois estranhos numa ciranda que não parou de girar, e não parará tão cedo. Imutável ciranda.

domingo, 29 de maio de 2011

Blog de acessório e moda

Pessoal,

Minha cunhada Nídia, que já inspirou até texto neste blog, está lançando seu blog das bijus maravilhosas que ela produz...


http://nsdesigndebijuterias.blogspot.com/


Não deixem de conferir pois vale a pena!
Beijos!!!!!!!!!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Oração

meu amor
essa é a ultima oração
pra salvar seu coração
coração não é tão simples quanto pensa
nele cabe o que não cabe na dispensa
cabe o meu amor...
...cabem 3 vidas inteiras
cabe uma pentiadeira
cabe nós 2...
...cabe até o meu amor....

(Leo Fressato)


O vídeo é impagável. O vídeo mais emocionante dos últimos tempos. Não consigo descrever o orgulho de ver pessoas da nossa gerãção fazendo coisas tão bonitas e puras.




( http://www.youtube.com/watch?v=QW0i1U4u0KE )

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Verborragia resultante da paixão inflamante e cortante e do não corresponder-se à altura

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{Ai, ai
Vai ver é só você
Ai, ai
Vai ver é só você querer}

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Sabe estas tuas tentativas de nos manter sempre perto para que não nos percamos entre os mundos que nos separam, estas tuas idas e vindas que rasgam minha alma, partindo bem ao meio a minha existência e as minhas vontades, as tuas reais intenções que rasgam meus sentimentos tão fortes e reais; e todas estas tuas prentenções de não perder a oportunidade, como se isto que vivemos fosse apenas mais uma chance que tu tens de ter contato com o mundo real, quando precisas desesperadamente viver de sonhos... entendes o que eu te digo?? Essa mania inexplicável que tens de vir, me encantar, me atrapapalhar, me falar de outras, me jogar na lama, pisar sobre mim quando te vais, dizendo o quão tu não queres te envolver enquanto me abraças e me afundas no cárcere de viver acorrentada a ti, minha vontade, meu encanto. Sabe?? Tu entende?? E esse maldito vício que eu tenho de sentir teu cheiro de perfume barato e achar chique, e achar lindo teu jeito torto, tuas manias particulares e estranhas, de me comover com essa tua crisezinha existencial barata de o quê fazer com estes quase trinta anos.. E tu não percebes que me vicias. Vem e me arrebata. Cruelmente.


E tu te vais. Parte pro mundo, com a tua mochila poída, e enche dela de coisas que me escondes e não permites que eu abra. Tu anda em ruas por mim desconhecidas, e te vais com as ganas de quem quer encher o corpo de novas cores, líquidos e formas. Com a sede de ressaca tu anda por lugares que provavelmente nunca andarei. Tu vais.



E sempre voltas. E novamente me encantas. E novamente me propõe. E novamente me conduz. E me fala delas. E me joga na lama. E me pisa. E me destrói. E me faz ver o quão viciada eu sou nos teus pedaços, nos teus pecados, no teu beijo, mesmo quando dele não provo. E me faz entender que a espera por ti nunca será diferente deste ciclo que eu ainda aceito e me deixo viver. E me derrota com as tuas armas e te protege com teus escudos, num jogo onde as regras mudam conforme te convêm. E eu sigo jogando. Sigo sangrando da tua espada, pois não carrego, como tu, armaduras. Sigo asteando a minha, tentando, em algum momento, pelo menos te fazer tremer com os meus golpes. Com as minhas frases de efeito. Tentando, num tiro de misericórdia, te atingir com a minha aparente falta de querer, que lá no fundo, lá onde só nós dois podemos enxergar, sabe-se claramente que se trata de uma camuflagem para a total dependência que criei de ti. E eu sigo jogando. Te querendo. Sigo esperando que, em algum momento, isso não passe de um devaneio unilateral sem sentido, e possamos existir em igual frequência para ambos. Quando, provavelmente, terei uma armadura tão impenetrável quanto a tua, ou então terás te despido de todas as tuas, me deixando penetrar nas tuas entranhas e na tua vida. Ou, pelo menos, te ferir com as minhas frases de efeito, que eu berro, grito aos quatro ventos, e tu finge não ser o destinatário destas. Como se fossem apenas parte do som do ambiente, apesar de ensurdecerem os demais espectadores. E eu sigo berrando. Até que emudeça e ensurdeça com as minhas ilusões.


Eu sei que ficarei surda. Ficarei muda. E para ti sei que serei apenas mais uma muda que berra teu nome.